Club de Marialva

Reitor defende maior valorização da Educação para o crescimento do país

O reitor da Unicesumar, Wilson de Matos Silva, comparou o desempenho do Brasil com países como o Japão e a Finlândia, atrelando uma relação de desenvolvimento ligado a investimentos na Educação. “Não tem país que dê certo com escola fraca. No Japão e na Finlândia é comum as escolas serem integrais, enquanto no Brasil, o modelo funciona com aulas no período da manhã e um programa com contraturnos à tarde. O cenário educacional brasileiro nos mostra, por exemplo, que menos da metade dos estudantes terminam o Ensino Médio”, afirma o reitor. Ele ressalta ainda como a valorização da educação e os hábitos de leitura são ainda escassos no Brasil. “Em Maringá nós temos 260 farmácias e somente 10 livrarias. Nada contra esse ramo, o que demonstra o quanto estamos consumindo produtos relacionados à saúde, mas veja bem, somente 10 livrarias? Há países com livrarias como a Al Ateneo, na Argentina, uma das mais lindas e maiores do mundo. Há muito ainda o que se fazer no Brasil”, pondera o educador. De acordo com Wilson, os brasileiros leem uma média de dois livros por ano. “Para a maioria das pessoas, vale destacar que, o conhecimento é uma das poucas janelas que se abrem para o mundo, que lhes dará uma oportunidade”. De família humilde de 9 filhos, Wilson Matos é rotariano do Rotary Club de Maringá Leste desde abril de 1985. Na mesma época, ele sonhava com a fundação de uma instituição de ensino superior para o município, que só tinha a Universidade Estadual de Maringá. “Eu costumo dizer que a minha trajetória se baseou em quatro pilares, a família, a fé, a dedicação e o empreendedorismo. Estou casado com a mesma mulher, Rosemary é minha parceira desde o início. Segundo, a minha fé, na Unicesumar os banheiros viviam com as portas pichadas com frases horríveis, até que um dia eu tive uma ideia. Em que momento nós ficamos parados, pensando na vida, na hora que vamos ao banheiro. Então, colocamos versículos bíblicos em todas as portas e nunca mais tivemos uma porta riscada”. O terreno onde funciona a Unicesumar foi doado pela Prefeitura. Até conquistar a estrutura que a universidade apresenta hoje, Wilson que é Graduado em Matemática pela Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em Cálculo Avançado pela Universidade Estadual de Londrina, exerceu antes a função de Professor de Matemática na UEM e na Universidade Paranaense. Também foi Gerente Proprietário das Empresas SEDMAR Transportes Ltda, da Empresa MB Informática Ltda e Construtora Matos Carvalho Ltda. Wilson também entrou na política a convite, em 2006 foi 1º suplente do Senador Álvaro Dias até, recentemente, dezembro de 2014. Chegou a exercer a posição de titular entre abril e julho de 2007. Sua prioridade também foi a Educação, cinco dos 12 projetos de lei que apresentou foram aprovados. Por toda sua relevância e parceria aos projetos do Rotary, ele recebeu na Conferência da Inspiração a homenagem Emílio Germani do governador Carlos Naves. Larissa Nakao Comunicação Corporativa

Postado em 13 de Junho de 2019

Hallage destaca que Clubes e Distrito devem trabalhar em Equipe

Antonio Hallage, Diretor de Rotary International 2009-11 e curador da Fundação Rotária 2011-15, foi um dos palestrantes da Conferência da Inspiração, onde falou sobre o “Tema: Desenvolvimento do Quadro Associativo, Imagem Pública e Fundação Rotária – Ação Conjunta dos Clubes e Distrito – Uma Só Equipe”. “Um Distrito é feito de pessoas. São nos clubes que as ações acontecem e a tarefa do governador é dar a motivação necessária para que os clubes trabalhem. Uma equipe que funciona bem deve apresentar propósitos comuns, tais como prioridades, padrões de qualidade, tomada de decisões, atribuições específicas, uma comunicação clara e a resolução de conflitos”, explica Hallage, que foi moderador em 2018 no Instituto de Lideranças Rotárias do Rotary International, para o treinamento dos Coordenadores Regionais da Fundação Rotária, de Rotary e de Imagem Pública. “O ILR (Instituto de Liderança Rotária) foi criado para formar novas lideranças. Se consideramos que existem mais de 35 mil clubes no mundo, quantas pessoas ocupam funções no Rotary todos os anos? Milhares! Por isso o compartilhamento de experiências e os treinamentos de rotarianos que têm habilidades distintas, mas que ainda não assumiram cargos, são de extrema importância para a continuidade do crescimento de um Distrito”, explica Hallage. Conforme ele, esse treinamento contínuo, planejado, garante o crescimento estruturado do Distrito e seus Rotary Clubs. Além de se desenvolverem como rotarianos, com um conteúdo customizado para a sua região, o treinamento permitirá que recebam informações atualizadas de instrutores experientes, escolhidos em cada Distrito. Sobre a nova terminologia para DQA, que recentemente passou a ser Atração e Engajamento, segundo Hallage, a “atração” antecede a admissão, é o momento em que se atrai novos associados, explicando-lhes o que o Rotary faz. Já o Engajamento dá ênfase na Capacitação, no relacionamento com as comunidades, no desenvolvimento dos clubes e dos projetos, envolvendo esses novos associados. Hallage defendeu em sua palestra uma Imagem Pública mais humanizada, onde a visibilidade seja dada exclusivamente para os projetos. “O mais importante é impactarmos a comunidade mostrando que somos pessoas servindo pessoas”.    Larissa Nakao Comunicação Corporativa    

Postado em 10 de Junho de 2019

Rotary: os bastidores por trás da ajuda aos refugiados da Venezuela

Aos 68 anos e 51 de profissão, o jornalista Fernando Quintella, associado do Rotary Club de Boa Vista-Caçari, em Roraima, conta que fazer a cobertura sobre os refugiados da Venezuela que chegaram até Roraima, foi a maior crise humanitária que já presenciou em décadas de profissão. Com apenas um Rotary Club e 35 associados na cidade, desde 2015 Boa Vista tem recebido milhares de venezuelanos, cujo país se assolou numa profunda crise econômica e política.  Com a população sofrendo com a escassez de alimentos, por exemplo, países vizinhos como o Brasil tiveram que lidar com a chegada em massa de uma “nova” população. De traficante a professor, chegaram todos os tipos de perfis de cidadãos, muitas mulheres se prostituindo a R$ 80,00 o programa para sustentar a família ou mandar dinheiro para os filhos que ficaram na Venezuela. “É uma crise humanitária, com pouca luz neste caso, de repente cerca de 40 mil pessoas chegaram em Boa Vista, não tem barreira sanitária, a maioria sem hábitos de higiene, mudou totalmente a rotina da cidade, afetou o sistema de saúde e de educação”, afirma o jornalista, autor da matéria publicada na Revista Rotary Brasil de Fevereiro último, intitulada “Rotary Clubs de todo o país unem forças para socorrer os refugiados venezuelanos em Roraima”, Fernando Quintella. Bela Vista, entre as capitais do Brasil, tem a 2ª menor população, cerca de 330 mil. Com a piora na crise da Venezuela nesta semana, a cidade teme por uma nova chegada de milhares de imigrantes. O jornalista, que foi governador em 1994-95 do Distrito 4720, explica que a produção da matéria escrita por ele levou quase 1 ano para ser gestada. A reportagem original tinha 26 laudas e mobilizou Rotary Clubs de todos os cantos do país. “Quando tudo isso começou não havia uma organização, uma estrutura, uma logística para atender essas pessoas, uma racionalização das operações”, relembra.  Larissa Nakao Comunicação Corporativa

Postado em 05 de Junho de 2019

Grupo Destro: Empresa Cidadã do Rotary Club de Campo Mourão e Umuarama Capital da Amizade

O Grupo Destro teve início em 1975 como uma empresa familiar de Umuarama e a partir de 2001 começou um plano de expansão regional, que hoje resulta em oito lojas, sendo cinco atuando como a TK Acabamentos (uma linha mais premium) e três lojas da Destro Acabamentos. As lojas do grupo estão distribuídas em Umuarama (2 unidades), Campo Mourão (2 unidades), Londrina (2 unidades), Cianorte (1 unidade) e Cascavel (1 unidade). Segundo João Barreto, o grupo conta com cinco sócios, sendo que dois deles são rotarianos. “Eu sou rotariano do Rotary Club de Umuarama Capital da Amizade, a nossa empresa, portanto, está no programa Empresa Cidadã pelo meu clube e pelo Rotary Club de Campo Mourão, onde temos mais um sócio”, explica o empresário. São aproximadamente 200 funcionários atuando nas oitos lojas, que oferecem as últimas tendências para elaboração de projetos para os diferentes ambientes, trabalhando com marcas consolidadas no mercado e promovendo um atendimento personalizado para clientes, arquitetos, engenheiros e profissionais da construção civil. Além do investimento no programa Empresa Cidadã, o grupo Destro apoia o Abrigo Tia Lili de Umuarama e também possui uma parceria com o Centro Esportivo onde fica o seu centro de distribuição de mercadorias. “Temos um professor que dá aulas de judô para as crianças do bairro. Achamos importante o relacionamento da empresa com a comunidade, seja por meio das ações da Associação Comercial ou através de incentivo às atividades diversas, seja com apoio financeiro ou estrutural”, destaca João.   Rotary Club de Umuarama Capital da Amizade renova 100% dos contratos Presidente do clube, Wilson Rodrigues Moreira Junior, conseguiu com o envolvimento de todos os companheiros do clube renovar por mais um ano todas as Empresas Cidadãs de 2017-18 que estavam com o contrato para vencer. “Através da procura e convencimento da importância deste projeto conseguimos renovar 100% das Empresas Cidadãs, conseguimos mais de 50% de aumento e estamos em busca de mais empresas, graças ao apoio do presidente da Comissão da ABTRF no clube e todos os demais associados”. Larissa Nakao Comunicação Corporativa

Postado em 21 de Maio de 2019

VII Torneio Brasileiro de Tênis para Rotarianos

O VII Torneio Brasileiro de Tênis para Rotarianos irá acontecer na cidade de Foz do Iguaçu/PR nos dias 13 a 16 de novembro de 2019. As inscrições já estão abertas através do site www.itfr.org  Além de rotarianos, também podem participar os cônjuges, filhos, netos, genros e noras. Mais informações diretamente com a organização do evento. O valor das inscrições serão destinadas para a Fundação Rotária através do programa EndPolioNow.

Postado em 20 de Maio de 2019

Empresa Cidadã: Arenito Soluções Ambientais é parceira do Rotary há 10 anos

Há quase uma década a Arenito Soluções Ambientais, empresa localizada em Umuarama, é parceira do Rotary pelo Programa Empresa Cidadã. Waldir José Baccarin, engenheiro agrônomo, 56 anos, sócio-proprietário ao lado da esposa, comanda uma equipe de 11 colaboradores na empresa que já tem 27 anos de história. Além de Umuarama e Paraná, eles possuem clientes no norte de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina. “Temos uma clientela em diversos estados do Brasil. Atuamos com duas linhas de trabalho, uma na área de serviços de topografia, todo tipo de regularização de imóveis, tantos rurais quanto urbanos, os conhecidos georreferenciamentos, subdivisões, loteamentos, regularização de reservas, aquisições e também na parte de escrituras, junto ao cartório, Incra, IAP, etc”, explica.   A outra linha de atuação é com projetos ambientais ou regularização ambiental de empresas de diversos segmentos, como frigoríficos, laticínios, empresas armazenadoras de grãos, de agrotóxicos.  “Ou seja, empresas que necessitam ter um licenciamento ambiental. Existem perícias que eu faço como perito judicial e também como defesa técnica para proprietários rurais”, comenta Waldir. Sua parceria com o Rotary foi uma decisão pessoal. “Sou rotariano e como empresário sempre acreditei que a Fundação Rotária é realmente uma entidade aparte do mundo, na qual podemos depositar nossa confiança e investir nela recursos com a certeza de que serão aplicados da melhor maneira possível. Nossos investimentos serão multiplicados para que cheguem aos locais de maiores necessidades, que não são atendidos pelo governo ou pela iniciativa privada”, ressalva.   Segundo ele, a contribuição mesmo que pequena, faz a diferença dentro de um contexto de todos os projetos humanitários realizados.  “Desde todo o início da minha vida, dedico-me a fazer as coisas com ética, no caminho da honestidade. No Brasil esse não é o caminho mais fácil, mas seja pela empresa ou pessoalmente, seremos recompensados por sermos corretos”. Larissa Nakao Comunicação Corporativa

Postado em 13 de Maio de 2019

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Reitor defende maior valorização da Educação para o crescimento do país

O reitor da Unicesumar, Wilson de Matos Silva, comparou o desempenho do Brasil com países como o Japão e a Finlândia, atrelando uma relação de desenvolvimento ligado a investimentos na Educação. “Não tem país que dê certo com escola fraca. No Japão e na Finlândia é comum as escolas serem integrais, enquanto no Brasil, o modelo funciona com aulas no período da manhã e um programa com contraturnos à tarde. O cenário educacional brasileiro nos mostra, por exemplo, que menos da metade dos estudantes terminam o Ensino Médio”, afirma o reitor. Ele ressalta ainda como a valorização da educação e os hábitos de leitura são ainda escassos no Brasil. “Em Maringá nós temos 260 farmácias e somente 10 livrarias. Nada contra esse ramo, o que demonstra o quanto estamos consumindo produtos relacionados à saúde, mas veja bem, somente 10 livrarias? Há países com livrarias como a Al Ateneo, na Argentina, uma das mais lindas e maiores do mundo. Há muito ainda o que se fazer no Brasil”, pondera o educador. De acordo com Wilson, os brasileiros leem uma média de dois livros por ano. “Para a maioria das pessoas, vale destacar que, o conhecimento é uma das poucas janelas que se abrem para o mundo, que lhes dará uma oportunidade”. De família humilde de 9 filhos, Wilson Matos é rotariano do Rotary Club de Maringá Leste desde abril de 1985. Na mesma época, ele sonhava com a fundação de uma instituição de ensino superior para o município, que só tinha a Universidade Estadual de Maringá. “Eu costumo dizer que a minha trajetória se baseou em quatro pilares, a família, a fé, a dedicação e o empreendedorismo. Estou casado com a mesma mulher, Rosemary é minha parceira desde o início. Segundo, a minha fé, na Unicesumar os banheiros viviam com as portas pichadas com frases horríveis, até que um dia eu tive uma ideia. Em que momento nós ficamos parados, pensando na vida, na hora que vamos ao banheiro. Então, colocamos versículos bíblicos em todas as portas e nunca mais tivemos uma porta riscada”. O terreno onde funciona a Unicesumar foi doado pela Prefeitura. Até conquistar a estrutura que a universidade apresenta hoje, Wilson que é Graduado em Matemática pela Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em Cálculo Avançado pela Universidade Estadual de Londrina, exerceu antes a função de Professor de Matemática na UEM e na Universidade Paranaense. Também foi Gerente Proprietário das Empresas SEDMAR Transportes Ltda, da Empresa MB Informática Ltda e Construtora Matos Carvalho Ltda. Wilson também entrou na política a convite, em 2006 foi 1º suplente do Senador Álvaro Dias até, recentemente, dezembro de 2014. Chegou a exercer a posição de titular entre abril e julho de 2007. Sua prioridade também foi a Educação, cinco dos 12 projetos de lei que apresentou foram aprovados. Por toda sua relevância e parceria aos projetos do Rotary, ele recebeu na Conferência da Inspiração a homenagem Emílio Germani do governador Carlos Naves. Larissa Nakao Comunicação Corporativa

Em 13/06/2019

Hallage destaca que Clubes e Distrito devem trabalhar em Equipe

Antonio Hallage, Diretor de Rotary International 2009-11 e curador da Fundação Rotária 2011-15, foi um dos palestrantes da Conferência da Inspiração, onde falou sobre o “Tema: Desenvolvimento do Quadro Associativo, Imagem Pública e Fundação Rotária – Ação Conjunta dos Clubes e Distrito – Uma Só Equipe”. “Um Distrito é feito de pessoas. São nos clubes que as ações acontecem e a tarefa do governador é dar a motivação necessária para que os clubes trabalhem. Uma equipe que funciona bem deve apresentar propósitos comuns, tais como prioridades, padrões de qualidade, tomada de decisões, atribuições específicas, uma comunicação clara e a resolução de conflitos”, explica Hallage, que foi moderador em 2018 no Instituto de Lideranças Rotárias do Rotary International, para o treinamento dos Coordenadores Regionais da Fundação Rotária, de Rotary e de Imagem Pública. “O ILR (Instituto de Liderança Rotária) foi criado para formar novas lideranças. Se consideramos que existem mais de 35 mil clubes no mundo, quantas pessoas ocupam funções no Rotary todos os anos? Milhares! Por isso o compartilhamento de experiências e os treinamentos de rotarianos que têm habilidades distintas, mas que ainda não assumiram cargos, são de extrema importância para a continuidade do crescimento de um Distrito”, explica Hallage. Conforme ele, esse treinamento contínuo, planejado, garante o crescimento estruturado do Distrito e seus Rotary Clubs. Além de se desenvolverem como rotarianos, com um conteúdo customizado para a sua região, o treinamento permitirá que recebam informações atualizadas de instrutores experientes, escolhidos em cada Distrito. Sobre a nova terminologia para DQA, que recentemente passou a ser Atração e Engajamento, segundo Hallage, a “atração” antecede a admissão, é o momento em que se atrai novos associados, explicando-lhes o que o Rotary faz. Já o Engajamento dá ênfase na Capacitação, no relacionamento com as comunidades, no desenvolvimento dos clubes e dos projetos, envolvendo esses novos associados. Hallage defendeu em sua palestra uma Imagem Pública mais humanizada, onde a visibilidade seja dada exclusivamente para os projetos. “O mais importante é impactarmos a comunidade mostrando que somos pessoas servindo pessoas”.    Larissa Nakao Comunicação Corporativa    

Em 10/06/2019

Rotary: os bastidores por trás da ajuda aos refugiados da Venezuela

Aos 68 anos e 51 de profissão, o jornalista Fernando Quintella, associado do Rotary Club de Boa Vista-Caçari, em Roraima, conta que fazer a cobertura sobre os refugiados da Venezuela que chegaram até Roraima, foi a maior crise humanitária que já presenciou em décadas de profissão. Com apenas um Rotary Club e 35 associados na cidade, desde 2015 Boa Vista tem recebido milhares de venezuelanos, cujo país se assolou numa profunda crise econômica e política.  Com a população sofrendo com a escassez de alimentos, por exemplo, países vizinhos como o Brasil tiveram que lidar com a chegada em massa de uma “nova” população. De traficante a professor, chegaram todos os tipos de perfis de cidadãos, muitas mulheres se prostituindo a R$ 80,00 o programa para sustentar a família ou mandar dinheiro para os filhos que ficaram na Venezuela. “É uma crise humanitária, com pouca luz neste caso, de repente cerca de 40 mil pessoas chegaram em Boa Vista, não tem barreira sanitária, a maioria sem hábitos de higiene, mudou totalmente a rotina da cidade, afetou o sistema de saúde e de educação”, afirma o jornalista, autor da matéria publicada na Revista Rotary Brasil de Fevereiro último, intitulada “Rotary Clubs de todo o país unem forças para socorrer os refugiados venezuelanos em Roraima”, Fernando Quintella. Bela Vista, entre as capitais do Brasil, tem a 2ª menor população, cerca de 330 mil. Com a piora na crise da Venezuela nesta semana, a cidade teme por uma nova chegada de milhares de imigrantes. O jornalista, que foi governador em 1994-95 do Distrito 4720, explica que a produção da matéria escrita por ele levou quase 1 ano para ser gestada. A reportagem original tinha 26 laudas e mobilizou Rotary Clubs de todos os cantos do país. “Quando tudo isso começou não havia uma organização, uma estrutura, uma logística para atender essas pessoas, uma racionalização das operações”, relembra.  Larissa Nakao Comunicação Corporativa

Em 05/06/2019

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